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    Foto: Reprodução PSTU

     

    O volume inédito de água caindo do céu só exacerbou o problema, não o criou. Enchentes e alagamentos ocorrem há décadas no início do ano em Belo Horizonte e vários outras cidades, mineiras e brasileiras. Os danos e as vítimas variam a cada ano conforme o índice pluviométrico, mas nunca deixaram de existir; são previsíveis, fatídicos. Por que? Qual cidade do porte de BH em outra parte do mundo que alaga todo período chuvoso? É óbvio que o problema resulta da ação humana. Históricos são os erros da nossa urbanização e não as chuvas deste janeiro de 2020.

    O prêmio busca estimular a produção de pesquisa científica focada em Sustentabilidade e Biodiversidade, temas estratégicos para o desenvolvimento econômico do País | Foto: Maristela Crispim

     

    Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) do Ministério da Educação (MEC) e a multinacional brasileira de cosméticos Natura acabam de lançar a terceira edição do Prêmio Capes/Natura Campus de Excelência em Pesquisa.

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    As chuvas voltaram a cair no município de Tauá nos períodos da tarde e noite deste domingo, 26, banhando a cidade e distritos.

    Diante das informações repassadas para a Rádio Difusora dos Inhamuns e Blog do Wilrismar, por moradores, a maior precipitação ocorreu na localidade de Dormideira, distrito de Trici, com registro de 80mm. Na mesma região, choveu em Santo Antonio-Trici(75mm), Massapê(69mm), Jardim(55mm), Santa Teresa(50mm), Santa Luzia(45mm), Baixa Fechada(35mm).

    No distrito de Marruás, foram informadas precipitações nas localidades de Chique-chique(55mm), Fechadinho(52mm), Todos os Santos(21mm).

    Na localidade de Cachoeira dos Gonçalves, distrito de Carrapateiras, a chuva, com ventos, relâmpagos e trovôes foi de 52 mm. Na Fazendinha e Galuada, choveu 20mm.

    Uma chuva de 45mm foi registrada na localidade de Junco, Sede Distrital.

    Na vila de Marrecas, a chuva mediu 6mm.

    No Clima da Caatinga vence prêmio da Organização das Nações Unidas

    O projeto No Clima da Caatinga venceu o prêmio “Experiências inovadoras para a promoção do desenvolvimento sustentável” pelo trabalho realizado em dez comunidades rurais do município de Buriti dos Montes (PI). A honraria é organizada pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e busca apoiar iniciativas que promovam o desenvolvimento sustentável em comunidades rurais dos Estados do Amazonas e do Piauí. A cerimônia de premiação aconteceu nesta quarta-feira (18/12), em Teresina (PI).

    Além da ações no Piauí, o NCC também atua com o patrocínio Petrobras em outras 30 localidades do município de Crateús (CE) e apoia a gestão e proteção da Reserva Natural Serra das Almas, uma unidade de conservação com 6.285 hectares de extensão. O trabalho inclui atividades de distribuição de tecnologias sustentáveis, de educação ambiental, de empoderamento feminino, de criação e gestão de áreas protegidas, de incentivo à pesquisas científicas e de conservação da fauna e da flora da caatinga.

    As atividades socioambientais no Piauí acontecem desde 2017 e o objetivo do projeto é desenvolver uma convivência sustentável do sertanejo com o semiárido e mitigar os efeitos potencializadores do aquecimento global através do uso sustentável de recursos do bioma; bem como sensibilizar os moradores da região sobre a importância da preservação da Caatinga.

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