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    Conferência do Clima realizada em Madrid, no fim de 2019 - Foto: UNclimatechange
     
    Conferência do Clima realizada em Madrid, no fim de 2019 - Foto: UNclimatechange
     
    Pela amostra de 2019, vocês esperam que eu deseje a alguém Feliz Natal e Próspero Ano Novo? Eu, hein
     
    No dia 4 de dezembro deste trevoso ano de 2019, publiquei neste site de CartaCapital, “Uma análise sobre o papelão anunciado do governo Bolsonaro na COP 25”.

    Não deu outra. Aliás, foi pior. O País, representado pelo ministro do Meio Ambiente, Ricardinho “Playboy” Salles, não somente ouviu a recusa dos demais países em nos ajudarem injetando dinheiro naquilo que é nossa obrigação preservar, como ganhou o título de “Vilão da COP”, por ter-se alinhado com aqueles que, há anos, impedem que o Acordo de Paris decida sobre os mercados de carbono.

    A situação climática no planeta é gravíssima, mas nosso governo ajudou a mantê-la assim, ou mesmo piorá-la, até a COP 26, em Glasgow, Escócia.

    Nada a estranhar, quando num rasgo profundo de tonteira, o Regente Insano Primeiro, alerta a nação de que a TV Escola (“por esquerdista”) deseduca e Paulo Freire foi um energúmeno.
     
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    No Clima da Caatinga vence prêmio da Organização das Nações Unidas

    O projeto No Clima da Caatinga venceu o prêmio “Experiências inovadoras para a promoção do desenvolvimento sustentável” pelo trabalho realizado em dez comunidades rurais do município de Buriti dos Montes (PI). A honraria é organizada pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e busca apoiar iniciativas que promovam o desenvolvimento sustentável em comunidades rurais dos Estados do Amazonas e do Piauí. A cerimônia de premiação aconteceu nesta quarta-feira (18/12), em Teresina (PI).

    Além da ações no Piauí, o NCC também atua com o patrocínio Petrobras em outras 30 localidades do município de Crateús (CE) e apoia a gestão e proteção da Reserva Natural Serra das Almas, uma unidade de conservação com 6.285 hectares de extensão. O trabalho inclui atividades de distribuição de tecnologias sustentáveis, de educação ambiental, de empoderamento feminino, de criação e gestão de áreas protegidas, de incentivo à pesquisas científicas e de conservação da fauna e da flora da caatinga.

    As atividades socioambientais no Piauí acontecem desde 2017 e o objetivo do projeto é desenvolver uma convivência sustentável do sertanejo com o semiárido e mitigar os efeitos potencializadores do aquecimento global através do uso sustentável de recursos do bioma; bem como sensibilizar os moradores da região sobre a importância da preservação da Caatinga.

    Por Fernando Gregio
    Embrapa Solos

    Trabalho dos pesquisadores irá subsidiar governos municipais de Alagoas na escolha dos melhores locais para instalar as barragens | Foto: Roseli Freire de Melo

    Maceió – AL. Estudo liderado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), no âmbito do Projeto ZonBarragem, mapeou mais de 12 mil km² do Agreste e do Sertão de Alagoas para indicar áreas potenciais para a construção de barragens subterrâneas, tecnologia social que permite o estoque de água no solo por longos períodos após as chuvas. O Mapa Generalizado de Áreas Potenciais para Construção de Barragens Subterrâneas irá subsidiar um programa estadual a ser iniciado em 2020 que construirá 50 barragens subterrâneas no Semiárido alagoano, beneficiando cerca de 200 famílias.

    Os profetas são moradores da zona rural que criam previsões a partir do que observam sobre a natureza

    Antônio Lima, 75, é profeta da chuva de Quixadá
    Antônio Lima, 75, é profeta da chuva de Quixadá (Foto: Camila de Almeida/O POVO)

    Os profetas da chuva irão se reunir nesta sexta-feira, 20, e sábado, 21, para realizar previsões sobre a quadra chuvosa em 2020. Promovido pelo campus de Tauá em parceria com campus de Boa Viagem do IFCE, esta será a 4ª edição do Encontro dos Profetas da Chuva dos Inhamuns. O evento é uma parceria entre IFCE, a Universidade Estadual do Ceará (Uece) e a Prefeitura Municipal de Tauá.

    Jornal O POVO         02/12/19

    Escola-denúncia

                                                       André Haguette

                                                       Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

     

                A escola,da educação infantil à universidade, cada degrau no seu respectivo ritmo e sua devida pedagogia,há de ser um lugar acolhedor, generoso, de confraternidade, onde, de modo disciplinado e organizado, se aprende a decifrar o outro, o mundo e a si mesmo. Um lugar onde alunos, professores, funcionários e pais aperfeiçoam qualidades humanas fundamentais:  conhecimento,equilíbrio emocional e afetivo, convívio político e ético. Na feliz e internacionalmente aceita conceituação de Jacques Delors, a escola se constrói e reconstrói constantemente em torno de quatro pilares: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver com os outros, aprender a ser, aprendizagens complementares e integrados que exigem uma cultura e um ambiente escolares de respeito, disciplina, liberdade e confiança entre seus diferentes agentes e as famílias. Por essas características, educação se distingue de adestramento e de disciplinamento. Educar é propor um convite ao questionamento, à descoberta,à solidariedade, à liberdade, à responsabilidade e, logo, à paz cosmopolita. 

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