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    Neste artigo, a professora Vanda Claudino Sales destaca
    o processo de formação das dunas de Fortaleza
    e a importância de preservar do que sobrou delas
    com o desenvolvimento urbano
    Foto: Beatriz Azevedo

    Por Vanda Claudino-Sales
    Geógrafa
    Professora associada aposentada da Universidade Federal do Ceará (UFC)
    Professora visitante da Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA)
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    No marco da erosão crescente do nosso ambiente democrático, o ano de 2019 tem sido marcado pela profunda hostilidade oficial à atuação do terceiro setor e da sociedade civil no Brasil.

    Desde o chamado ainda na campanha eleitoral para literalmente “botar um ponto final em todos os ativismos no país”, a atitude predominante do governo federal em relação às organizações de promoção da cidadania e da participação social na vida pública tem sido a de fomentar a desconfiança e desqualificação, quando não a sugestão recorrente de criminalização da atuação dos mais diversos atores na sociedade.

     O ecossistema da Caatinga cobre uma área de 844,5 mil quilômetros quadrados, equivalente a 11% do território brasileiro. Para se ter uma ideia, o Estado de São Paulo tem 242,2 mil quilômetros quadrados, menos de um quarto do tamanho da Caatinga. A França, o maior país da Europa Ocidental, tem 547 mil quilômetros quadrados, o que equivale a dois terços do tamanho da Caatinga. Trata-se, pois, de uma área enorme, totalmente brasileira, com vegetação endêmica, isto é, que só existe lá.

    Integrantes do maior conjunto de arte rupestre do Ceará, os sítios arqueológicos Bilheira I e Bilheira II, em Sobral, serão abertos a partir desta sexta-feira, 29 de novembro, à visitação turística. Os locais receberam investimentos de R$ 70 mil do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e serão entregues à população com estrutura de passarelas, abrigos e placas informativas. 

     

    Fortaleza – CE. Membros da Rede Franco-Brasileira pelo Desenvolvimento Sustentável no Semiárido do Nordeste (ReFBN) realizam, entre os dias 18 e 20 de novembro, na sede da Superintendência de Obras Públicas (SOP), o evento internacional intitulado “Resiliência e sustentabilidade de áreas rurais semiáridas: fatores que influenciam os recursos hídricos e as partes interessadas – pontos de vista do Brasil e Magrebe/África“.

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